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BLOGADOS
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
CULTURA CASCAVELENSE DE 2010
Olá caros blogueiros é tempo de fazermos um balanço do que foi a cultura de Cascavel no ano de 2010, destaco no ensejo o lado positivo do assunto, antes estarmos bem para depois a decepção ser encarada com fortaleça, dentro desta concepção a cultura personificou-se em um curso técnico projetado pelo núcleo de educação, o qual surgiu com o intuito de profissionalizar os apaixonados pela arte do teatro embasados na teoria e prática da ação. Atitude plausível , mas contrapondo o positivismos deparamos com espaços culturais sendo degradados constantemente acoplados a falsas promessas, que a anos vem sido verbalizadas sem atos concretos. Somos condicionados leitores a visualizar o Teatro municipal ser construído a passos de tartaruga, sendo posto um tijolo por dia dentre várias interrupções . Os festivais protagonizados pela secretaria da cultura de muito deixou a desejar, nada se comparando aos que tive o privilegio de presenciar. O impressionante é a manipulação dos atores a serem massa de manobra na divulgação de bem feitorias da administração. Mesmo tendo todas estas objeções façamos uma retrospectiva dos que ousaram acreditando na inserção cultural, destaco a propósito a Cia de teatro do Wanderley do
te trabalho do SESC Cascavel, que por meio do palco giratório protagonizou momentos inesquecíveis, trazendo peças profissionais e concertos musicais, assim como sarau literários e exposições, sempre anexado a oficinas de capacitação. O Blog INSERT parabeniza a esses artistas que derrubaram obstáculos e nos proporcionaram espetáculos incríveis , combatendo a falha do mandato que prioriza futilidades abominando a cultura. Desejo a todos muita inspiração para o próximo ano, pois a arte cascavelense depende de vocês e, sem vocês o que será da arte? Ou o que será de nós?Por Sidnei de Oliveira
sábado, 11 de dezembro de 2010
O QUE ESPERAR DO PRÓXIMO ANO?
Com um turbilhão de acontecimentos ocorridos no ano que encerra-se, resta-nos fortalecer os votos de esperança e prosperidade, para que o futuro seja repleto de realizações do que semeamos. Agora paira a dúvida. Será que teremos bons tempos de colheita? Tivemos um ano intenso de trabalho, dentre várias objeções, sofremos com desastres climáticos, injustiças, torcemos unidos por um titulo, fomos as urnas na busca de progresso e presenciamos o tráfico ser desmantelado dentro de um campo de guerra. Fazer uma retrospectiva torna-se doloroso, pois a frustração personifica o ato falho, mas como de praxe simplificamos as coisas com apenas um delete, ou melhor dizendo um esquecimento proposital, porque afinal somos condicionados a isso. Então enfatizamos nossas perspectivas no que virá, desejo no ensejo força aos incrédulos e compreensão aos submissos do sistema, para sobressair-se no acaso tempestuoso. Parafraseando o dito popular “a esperança é a última que morre”, tendo essa concepção a vida segue seu percurso do imprevisível. Antes não saber do futuro do que vive-lo em conspiração. Pegamo-nos todos aos rituais de bons fluidos, assim como todo ano a veste branca, as sete ondas e os grãos de uva, amuleto falso que insistimos em rotulá-lo como salvação, e que assim seja, que venha o tempo, o qual teremos que colher o resultado tanto positivo quanto negativo.quinta-feira, 5 de agosto de 2010
AMOR: A SAGA

Hoje quando ouvimos ou lemos a palavra CREPÚSCULO, automaticamente já nos voltamos a tão famosa saga que deu origem ao filme apaixonante de EDWARD e BELLA. Nomes instigantes, não é mesmo? Primeiro vem o crepúsculo, depois lua nova, em seguida eclipse, logo após o amanhecer e ainda esperamos ansiosamente o sol da meia noite. Com tudo, gostaria de levar a vocês caros leitores a olhar essa linda história de um lado mais realista, deixando de lado os vampiros e os lobisomens da saga, reflita apenas no que há por trás dessa fantasia toda. Se pararmos e analisarmos vamos entender a riqueza que contém os livros da trilogia, a pureza, o amor verdadeiro, a dúvida de quem somos e, de quem deveriamos ser. Analisando por este prisma podemos voltar a nossa realidade, muitos são apaixonados ao ponto da pessoa a passar ser sua vida, você quer proteger a todo instante, estar por perto e faria como Romeu se perdesse a sua tão amada Julieta. Outros se dividem em dois amores, estão com uma pessoa e ao mesmo tempo tem algum sentimento forte por outra, eu mesma já passei por isso, não se trata de trair alguém, até porque não o fiz, se trata de escolhas, e se você escolher errado terá que arcar com todas as consequências. Já pensou como é trocar alguém e depois na hora do amor pensar na outra? E mais, deixar a pessoa em sua casa e dirigir chorando querendo voltar para sua ex? Ai o que você faz? Muitas Vezes se acostuma, aprende a gostar da pessoa, passa a ser companheiro, amigo e quando talvez já se apaixona, é trocado como você antes o fez... E ai? amigo ai seu mundo cai, sua cabeça gira e você aprende que a solidão bate a sua porta. Aprende que se você tivesse insistido um pouco mais com aquele sua ex que era linda, que apenas estava com dificuldades entre dois amores como você e não tivesse a deixado ir embora e muito menos ir a procura da outra, você poderia ter sido feliz. Hoje como você fica? Vê sua ex sendo amada por outra pessoa e não pode falar nada, nem dizer amor você era tudo o que eu queria, ainda sinto a sua falta e os planos que tínhamos ainda são os mesmos, nem pode cobrar o sim que ela tinha prometido quando você a pediu em casamento ouvindo música no seu carro, aliás aquela música que vocês adoravam e que mesmo depois de terem terminado um dia ela olhou para você e disse: Ta tocando aquela música que você pediu para casar comigo “case-se comigo na igreja e no papel...”, mesmo que você nunca iria casar-se no papel essa foi a música que escolheu. Por outro lado você ve aquela pessoa que você investiu falando mal de você aos ventos, dizendo que apenas curtiu e que nem tem remorso por nunca ter lhe dito que te ama...Agora você se pergunta o que tem a ver uma história que acabou mal com a de Bella e Edward? A fantasia que a vida real não tem. Imagino que com toda a doçura que o enredo foi escrito, a verdadeira história que a por traz dele tenha sido de um grande amor, pois só quem sente é capaz de expressar desta maneira. Nem todos tem a sorte daquele vampirinho de ter sua amada, muitos de nós são como o Jacob, tem de olhar seu amor com outra pessoa, mas a nossa escritora da um desfecho lindo há ele no final, ele se apaixona de verdade por outra pessoa e a Bella que ele tanto amou, passa apenas a ser a Bella a sua amiga... Desejo que a Bella da sua vida esteja contigo, mas se não estiver lembre-se do que disse nosso amigo Edward: “Se ela escolher você eu a deixo ir e não lhe mataria, eu não faria ela sofrer tanto assim!!!”
Colaboradora do INSERT: Márcia Comparin
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
FUTILIDADE DOMINGUEIRA

A overdose de futilidades exibida no fim de semana televisivo, entre tantas asneiras deixou-me a mão calejada em plena segunda-feira, devido a manipulação do controle por meio de milhares de cliques inúteis. O duelo das emissoras defrontaram loiras, ex-gordo contra magro, dono do Baú e, eis que me encontro no meio da guerrilha. Ironicamente falando o que é lindo de visualizar é a prestação de serviço que os mesmos podem proporcionar, só com uma simples cartinha enviada com sorte. No ato posso ganhar uma transformação para a minha autoestima, assim como uma casa toda reformada e não bastando consigo um relacionamento no escuro e de quebra uma viagem de volta para a minha terra. Quantas vantagens em fixar minha atenção aos domingos em frente a TV. Averiguando a criatividade percebo a mudança do verbete, sendo conhecido na contemporaneidade como plágio descarado do que já foi feito. O incrível é ver os índices de audiência serem alimentados na vulgarização do corpo, mulheres esculturais sendo expostas a venda numa vitrine decadente, além de relacionamentos conjugais sendo escancarados sem pudor ao teste de fidelidade. O que supostamente seria um programa jornalístico de credibilidade, na tela apresenta-se no formato de uma revista de fofocas e, quando retoma o percurso torna-se sensacionalista com a desgraça alheia. Os programas de comédia propostamente dito, de cômico não há nada, somente o clichê de praxe, no ensejo me questiono se o objetivo é arrancar risos, estimulando a perplexidade. Enfim, um festival de anedotas que subestima a inteligência do telespectador. Analisando os ingredientes dessa arte cômica de nada aguça a curiosidade, causando apenas uma imagem intragável, contendo na baixaria doses exageradas de apelo sexual e homofóbico. Até parece que todo gay resumi-se na imbecilidade caracterizada pelos engraçadinhos, com tantos gritos e personagens idiotas, tenho saudade do cinema mudo. Salvo dos privilegiados que possui uma TV por assinatura, o qual ressalvo algumas emissoras que pensam em agregar cultura de qualidade para seus clientes. Contrapondo a inserção cultural o canal aberto esporadicamente tenta agregar uma cultura elevada, mas acaba não sendo compreendido e, esta falta de entendimento e aceitação faz das emissoras apostarem na mesmice de sempre, antes uma audiência em massa, do que um público seleto apreciando arte e, como tudo gira em torno da busca de liderança, a baixaria abomina a cultura dominando o topo. Esta desaprovação é a prova do condicionamento que as emissoras nos coloca todos os domingos. Como mudar costumes fúteis que a anos expõem bundas falantes? O império das bundas progredi por etapas na TV brasileira saindo do “Roda, roda e avisa” do “Conga La Conga”, mergulhando na piscina de sabonete, passando pela depilação, remexendo o ventre com passos coreografados , segurando o tcham, desafiando a gravidade da maisena, duelando entre loiras e morenas, confinando-se em reality, no sabor de diversas frutas e, assim mantêm-se na preferência de todos. Nossa! Quanto entretenimento agregado de valores. AFF! E dessa forma a televisão domingueira é recheada de espetáculos. Resta saber o que virá de novo. Ah já sei ! Nada.
Por Sidnei de Oliveira
terça-feira, 27 de julho de 2010
MATRIMÔNIO IGUALITÁRIO
sábado, 3 de julho de 2010
SONORA BRASIL
O SESC Cascavel por meio do projeto etinerante do Palco Giratório proprorcionou um execelente espetáculo sonoro com O QUARTETO DE BRASILIA, grupo reconhecido a 25 anos de âmbito internacionalmente, como um dos mais importantes da contemporâneadade . O grupo musical apresentou a vida e obras dos compositores Claúdio Santoro (Manaus 1919 – Brasilia 1989) e César Guerra Peixe (Petropolis 1914 – Rio de Janeiro 1993). A musicalidade permeou o ambiente do Teatro Marista, diante de uma perfeita harmonia a plateia foi transportada em sintonia para a atmosfera dodecafônica. As sonatas foram apresentadas em duetos e quartetos, tendo a sensibilidade explorada em cada peça, estagnando na ocasião a audição de todos. O quarteto com sua didática explanou no concerto a nacionalidade presente nas obras dos compositores. A título de curiosidade caros blogueiros deixo o verbete da linguagem dodecafônica.Como o esgotamento do sistema tonal no início do século XX os compositores buscaram maneiras alternativas de organização das notas musicais, posteriormente denominadas atonalismo, que não fossem baseadas na polarização de um eixo harmônico central como ocorre no tonalismo. Surgindo no ensejo o Dodecafônico que é uma técnica de composição criada por Schoenberg em meados de 1930. Esta técnica utiliza-se dos doze sons e foge do sistema tonal tradicional, bem como da harmonia tradicional.A composição dodecafônica tem como base a série escolhida livremente. O compositor usa os 12 semitons da escala cromática, o qual são tratadas como equivalentes, ou seja, sujeitas a uma relação ordenada e não hierárquica. As notas são organizadas em grupos de doze notas denominados séries as quais podem ser usadas de quatro diferentes maneiras; 1) série original, 2) série retrógrada (a série original tocada de trás para frente), 3) série invertida (a série original com os intervalos invertidos) e 4) retrógrado da inversão (a série invertida tocada de trás para frente). Todo o material de alturas utilizado em uma composição dodecafônica, seja melódico (estruturas horizontais) quanto harmônico (estruturas verticais), deve ser originado com base na série. Para a discente do Curso Têcnico de Ator Cênico Rosângela Vaz , o concerto foi surpreendente " Foi fascinante por ter sido o primeiro contato com música clássica, da qual não era costumada a ouvir, adorei a experiência". Afirma emocionada. Rendendo-se ao ato, parabenizo ao SESC pelo maravilhoso trabalho, o qual vem desevolvendo na cidade de Cascavel, visando o beneficio sôciocultural. COLABORADOR DO INSERT: Sidnei de Oliveira