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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A ARTE QUE FAZ SUA CABEÇA

Com o propósito de virtualizar a moda que está pegando na cabeça do pessoal o blog foi a busca das tendências que estão esculpido as madeixas, e no ensejo encubemos o HairStyle Roni Jacob que trabalha expondo seu talento com os cabelos e,  como é de praxe antes do nosso colaborador verbalizar a moda que está  rolando,  vamos para as curiosidades no que diz respeito as cabeleiras. Os cabelos sempre se constituíram como excelente adorno do rosto, tidos historicamente para a mulher como símbolo de sedução e para o homem como demonstração de força. Afrodite cobria sua nudez com a loira cabeleira e Sansão derrotou os filisteus quando recuperou seus fios preciosos. Na Grécia antiga, ofertar as madeixas aos deuses representava um ato supremo, como se vê quando Berenice cortou seus cabelos e os ofereceu em sacrifício à Afrodite, para que seu marido Ptolomeu voltasse ileso da guerra da Síria. No Egito antigo os faraós tinham nas perucas formas de distinção social, enquanto que para os muçulmanos manter uma pequena mecha no alto da cabeça era o ponto para que Maomé os conduzisse ao paraíso. Na mitologia hindu os cabelos de Shiva mostram as direções do espaço e figuram em todo o universo. Desde os escalpos indígenas até os cabelos das mulheres acusadas de ligação com as tropas alemãs da 2ª guerra mundial, a cabeleira dos vencidos foi sempre exibida como troféu.Por outro lado, enquanto os cabelos estiveram associados à idéia de força e beleza, a calvície ficou ligada ao conceito de sabedoria. Assim, os sacerdotes egípcios tinham a cabeça raspada como símbolo de desapego. Roni enfatizou que as inovações de cortes 2011 sugere o abandono dos fios retos para adotar uma assimetria nos fios, tantos os homens quanto as mulheres podem apostar na sua autenticidade sendo despojados ao abusar do que vem por ai. "Permita-se ousar e fugir do tradicional, afinal de contas a moda oferece de uma diversidade imensa, basta apenas escolher o que lhe convém". Afirma. É isso caros blogueiros fica a critério escolher e fortificar sua personalidade.
 Por Sidnei de Oliveira

Colaborador do Blog: Roni Jacob 
 Galera siga-o no twitter @roni_jacob

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CONEXÃO CULTURA

Olá galera INSERTIANA aqui vai uma dica de inserção cultural protagonizada pelo escultor Claudio Matos, que está em cena no Centro Cultural Gilberto Mayer com a exposição de esculturas  no estilo barroco, intitulado como Cláudio Versus Claudius, a mostra  compõe-se de 15 obras inspiradas na religiosidade do escultor, a qual reflete toda sua fé em 37 anos de dedicação à arte. E a titulo de curiosidade nobres  blogueiros deixo no ensejo o surgimento do Barroco que sucedeu-se na Roma no século XVII, paralelamente à contra-reforma do catolicismo, tendo sido Caravaggio seu expoente mais significativo. O sentido original do termo significava ‘grotesco’, retorcido, irregular e perdurou de 1600 a meados de 1750, o papado teve importante papel no seu desenvolvimento. O barroco brasileiro foi diretamente influenciado pelo barroco português, porém, com o tempo, foi assumindo características próprias. A grande produção artística barroca no Brasil ocorreu nas cidade auríferas de Minas Gerais, no chamado século do ouro (século XVIII). Estas cidades eram ricas e possuíam um intensa vida cultura e artística em pleno desenvolvimento. O principal representante do barroco mineiro foi o escultor Antônio Francisco de Lisboa também conhecido como Aleijadinho. Sua obras, de forte caráter religioso, eram feitas em madeira e pedra-sabão, os principais materiais usados pelos artistas barrocos do Brasil. Podemos citar algumas obras de Aleijadinho: Os Doze Profetas e Os Passos da Paixão, na Igreja de Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas do Campo (MG). Tendo o Aleijadinho como admiração Claudio Matos ficará em exposição no Museu de Arte de Cascavel até o dia 31 de março das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30 vale à pena conferir.

Por Sidnei de Oliveira

domingo, 26 de dezembro de 2010

CONCEPÇÃO DE CULTURA CASCAVELENSE

   Blogueiros o INSERT como o intuito de inserir e propagar a cultura em nossa cidade, dispôs  do canal para que nossos leitores pudessem dissertar suas concepções em relação ao que vem sido apresentado e, no ensejo expuseram ideias de uma  inclusão e formação de consumidores. Pois usufruir da arte é essencial para o desenvolvimento de uma sociedade. A entrevista transpôs a falta de incentivo por parte dos órgãos responsáveis pela disseminação cultural. Ao questionar os leitores sobre a qualidade das produções artísticas locais, os mesmos elogiaram os projetos, mas lamentaram as objeções enfrentadas pela classe. A formação de plateia foi debatida, ficando evidente a dúvida e a desvalorização do que realmente é arte. Segue a entrevista com os colaboradores.

Blog INSERT - Como os projetos culturais de Cascavel é apresentado na sua opinião?

Camila - "Bem a cultura de Cascavel é razoável há muito pouco investimento em coisas que realmente vale a pena, a política cada vez domina o povo com promessas falsas podemos dizer assim.Também acho que  um pouco da culpa não vem somente do poder político e sim dos próprios artistas que fazem cultura aqui em nossa cidade ou se dizem fazer".


Blog INSERT - Questionada sobre formação de plateia a mesma verbalizou.

Camila - "São poucas as pessoas que vão em todos os eventos de cultura que a cidade oferece, pois até mesmo os próprios artistas não prestigiam o trabalho do outro ficando apenas no seus próprios grupos. Os artistas precisam valorizar todas as artes para sim elevar o nível cultural da cidade". Camila Honorato Ribeiro é musicista da Orquestra sinfônica de Cascavel e aluna do curso Técnico de Ator Cênico.


O próximo depoimento é do Paulo Wichnoski, o qual é acadêmico do Curso de Matemática da Unioeste. Segue a entrevista.

Blog INSERT - A sociedade cascavelense consome cultura?

Paulo - "Penso que em geral não consomem, uma vez que ditada a regra  todos vão atrás... Pelo menos no meio em que vivo não encontro muitas pessoas que  apreciam o  teatro, a  música a arte no geral, pois os mesmos dão mais ênfase para nova música que está  tocando nas baladas, do que para um novo livro que foi lançado".


Blog INSERT - Qual seria a ação realizada para que a cultura fosse aceita e apreciada?


Paulo - "Inserir a cultura na nova geração, desde a pré-escola até ao ensino médio, formando assim apreciadores de arte".


Expondo as formas de divulgação cultural o Eduardo Pullido acadêmico do Curso de Biomedicina na UNIPAR, descreveu.


Eduardo - "Os projetos culturais merecem um incentivo maior por parte da administração, para que assim seja feita uma propagação, atingindo no propósito um público alvo, o qual  desenvolverá  desta maneira consumidores de arte". 



Blog INSERT -  Qual seria o veículo de abordagem na propagação da arte?


Eduardo - "A ferramenta ideal é a mídia no geral, assim como as redes sociais que atingem a informação com uma velocidade incrível, sendo assim a  divulgação irá projetar o nome dos artistas valorizando a sua arte".



Com o objetivo de mostrar todas as artes o blog entrevistou a Drag Queen Duda Little, interpretado pelo ator performático Marcelo santos, natural de Cascavel, o qual atualmente reside no Rio de Janeiro e pelo MSN o mesmo nos concedeu a sua visão de arte.


Marcelo santos -  "Cascavel que é uma metrópole do oeste do Paraná com mais de 400 mil habitantes tornou-se uma cidade modelo, com grandes artistas com estilistas , comunicadores, poetas, atores e artistas plásticos , e pessoas que trabalham na noite GlS, os quais ainda não tem o reconhecimento artístico. Um dos motivos é a própria população que  não sabem , e também não se interessam em querer saber o que  é arte, julgando o trabalho vulgar e promíscuo. Não podemos culpar o órgão da cultura do município, mas deixo no ensejo exemplos de outras cidades que valorizam seus artistas".  

Por Sidnei de Oliveira





quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

TÉDIO GLOBAL

Os seriados especiais exibidos pela rede globo neste fim de ano superou a todos os recordes da falta de criatividade, um festival de idiotice e burrice a ponto de subestimar o telespectador. Uma junção do cotidiano escrachado na ficção resultando numa ação facke. E não bastando as supostas novidades, presenciamos as mesmices, assim como, a avozinha dos baixinhos no seu lindo mundo da imaginação e o arcaico  jovem guarda homenageado as baixinhas, as gordinhas, as ladies Lauras e as Nossas Senhoras. Aff! Estava esquecendo das aventuras do trapalhão e os gritos do gordo e o magro. Enfim, eita televisão brasileira, que terá sua virada em um  show gravado com direito a brindes e fogos de artifícios, mas a minha perplexidade ainda é maior ao saber da contagem regressiva para a volta da caixa de skinner, confesso que alegro-me em ter a manipulação dos fantoches em mãos, tendo o livre arbítrio de deixá-los oras de pé com direito a jatos de água, outrora presos em gaiolas suspensas, testando a propósito o limite de todos. Perdoe-me meu lado perverso e anticultural, porém este balaio de gato é os personagens fictícios da vida real. A falta de senso que transpõe o que julgam verdadeiro na tela. Transcrever essas   situações especiais preparadas para um fim de ano, acaba sendo uma anedota, pois todos estes trabalhos são feitos por profissionais da comunicação que ao meu ver deveriam rever seus conceitos sobre entretenimento de bom gosto.
Por Sidnei de Oliveira